”A morte é como o veneno que traz a cura, o sono que faz acordar, a despedida que obriga a amar, a coragem que oferece o medo, o pôr-do-sol que refugia a lua, o abraço que oculta um doce beijo, as vestes que veste a alma nua.
A morte é a lágrima que poupa a dor, a música que destrói o silêncio, a paciência que acelera o tempo, o perdão que convida o rancor; A morte é bela, a morte é cinza, a morte é a capacidade de se sentir vivo quando a vida não te dá uma vida.
Uma coisa tão bela de se assistir, um sorriso tão falso de se sorrir; Um eterno amor a distância, uma paixão não-correspondida que alimenta a circunstância, de fugir de um fim tão óbvio, um inconsciente tão perto do sóbrio.
Se resume em um sem-querer de propósito, que está desenhado no final da minha história, lá em baixo, não tão longe daqui, sobre as linhas do papel branco que eu ainda não escrevi.”
— Anndré Frëak , (Prisioneiro da Morte✝)